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HOJE ALGUMAS FRASES ME DEFINEM: Clarice Lispector "Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda. E diz: "Era só um conto de fadas"... Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida." Antoine de Saint-Exupéry. Contando Histórias e restaurando Almas."Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa

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sábado, 15 de janeiro de 2011

A Gravidez da Amizade

Imagem retirada do Google
Toda amizade é uma história particular. É uma história de conquista.
Primeiro, descobre-se o outro. Todo mundo parece igual, mas não é. E é justamente essa coisinha diferente em cada um que torna cada pessoa única. E de repente ali está a sementinha da amizade fecundada. A gestação começa.
São pedacinhos de nós que vão ficando nas conversas e pedacinhos do coração do outro que vão caminhando para dentro da gente.
Há os risos e os sorrisos, a partilha de coisas simples ou de coisas importantes.
As descobertas, cheias de surpresas muitas vezes.
A voz calada que pensa, não diz nada... adivinha!
Fazemos idéia imediata de uma pessoa ao primeiro contato. Julgamos? Talvez. E só os próximos dias, horas ou instantes vão nos dizer se julgamos certo. Acontece de nos enganarmos em certos pontos e quantas vezes não bendizemos isso!...
Claro que ninguém gosta de estar enganado.
Mas quando descobrimos um palhacinho por detrás de uma pessoa séria e reservada é maravilhoso saber que pudemos nos enganar.
Se todos os enganos fossem assim abençoados!...
A sensibilidade do outro nos toca. Dá até vontade de chorar. Não sabemos direito o porquê de nos sentirmos próximos de alguém assim tão longe, tão diferente e tão igual. Mas amizade, como o amor, não se questiona. Vive-se. Dela e para ela.
É preciso dar tempo ao tempo para se saber cativar e ser cativado. Quando saímos às pressas sempre temos o risco de deixar alguma coisa esquecida. Mas se tivermos tempo de olhar bem, refletir, conversar, conversar e conversar... E rir e brincar e ficar em silêncio!...
Se deixarmos que essa flor nasça cuidadosa e docemente... Aos poucos ela vai vendo a luz do dia. Maravilhando-se.
Contemplando o outro com novos olhos, ou nova maneira de olhar. Tudo vira encanto!
Que o outro ria de mim ou para mim, mas que ria!
Gargalhe, faça festa!... Que eu seja um pouco responsável por esse rosto iluminado, por essa vontade de viver e de ver o que virá depois.
Bendita seja essa gestação amiga! Sem prazo, sem tempo, sem hora marcada! Bendita seja essa amizade, prova de que Deus se faz conhecer através das pessoas que alcançam nosso coração. Email enviado por minha amiga virtual e poeta Márcia Araújo.

Márcia você fez e faz parte da minha vida e eu espero te dizer isto por muitos anos.
Os seus emails repletos de piadas, mensagens e alguns com pitadas de ironias e sacanagens, alegram meus dias tumultuados. Você nunca me manda coisas de mau gosto ou correntes. Obrigada.
Bjs, Nice.

domingo, 7 de novembro de 2010

Viver Como as Flores

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Mestre, como faço para não me aborrecer com as pessoas?
Algumas falam demais, falam de nossa vida, gostam de fazer intriga, fofoca, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Fico magoado com as que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
"Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores..."
Email enviado pela poeta Márcia Araujo.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Eu na Rede Minas


16/08/10

Por que ter apenas um filho passou a ser uma tendência...

Olás,
Olha ai o link da minha entrevista, no programa
Brasil das Gerais da Rede Minas
rss
Blocos 2 e 3 .... Não participei do 1...pois o trânsito
não me permitu rss
Aceito opiniões tá?Rs
bjx a todos.
Vale Conferir:
http://www.redeminas.tv/centro-de-midia/brasil-das-gerais/filho-unico-2
http://www.redeminas.tv/centro-de-midia/brasil-das-gerais/filho-unico-3
* * *

domingo, 1 de agosto de 2010

Consequências de Um Olhar

Poeta Márcia Araújo
O relógio para de repente
O mundo por algum tempo não gira
A pessoa meio que “pira”
O presente desaparece
O passado volta!
E volta pra valer,
Volta com seus sabores
Difíceis de esquecer!
Sente-se cheiro de bolo de abacaxi
Fica apurado o olfato
O forno parece estar aqui
Quantas lembranças...
Quantos momentos vividos
Quanta saudade...
E tudo parece aliança
Sem começo, meio e fim
Um sempre continuar
Desejos prontos a serem revividos
E a gente se sente revirado
De ponta a cabeça
De frente pra trás
Pelo lado avesso
Tudo isso por um simples olhar é causado.
Poesia retirada do Blog:
* * *
Gente a Márcia falou dos sentidos e das lembranças.
Esta bolo marcou a minha infância.
Saudades Vó Contância.

Bolo de Maçã com groselha

INGREDIENTES
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
100 gramas de manteiga ou margarina
3 ovos (claras separadas)
1 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa rasa) de fermento em pó
2 maçãs 250 ml de groselha

MODO DE FAZER
Na vasilha da batedeira coloque o açúcar, as gemas e a manteiga.
Mexa para se agregarem. Bata até obter uma consistência cremosa.
Adicione o leite e bata novamente. Acrescente a farinha e torne a bater.
Agregue o fermento e as claras batidas em neve.
Unte uma forma com manteiga.
Distribua as maçãs fatiadas no fundo das laterais da forma.
Regue com a groselha. Empregue a massa.
Leve ao forno pré aquecido 180°C por 30 a 40 minutos.
Receita retirada do blog da Palmirinha:

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Escravos da palavra


Você já percebeu o quanto nos torna escravos das palavras que falamos? De como nos conduzimos por situações difíceis pela nossa própria fala?
Os pensamentos, enquanto guardados na intimidade da casa mental, são propriedade única e exclusivamente de quem os idealiza.
Porém, o pensamento que se converte em verbo falado, passa a ser de domínio público e deveremos responder pelos reflexos dos mesmos.
A palavra que edifica, enobrece, auxilia, é tesouro que dispensamos ao caminhar.
Porém, o verbo ácido da crítica destrutiva, do comentário maledicente buscando a desmoralização alheia, ou a acusação injusta do julgamento insensato, são dificuldades que amealhamos e das quais teremos que dar conta, uma a uma.
Assim, é atitude de sabedoria vigiar as palavras que saem de nossa boca. Pensar antes do falar é atitude sensata que nos poupa de muitos dissabores.
Para tanto, é imperioso cultivarmos a reflexão e auto-analise do que se passa em nosso mundo íntimo, pois que a boca fala daquilo que está cheio o coração, conforme nos alerta Jesus.
Alguns pesquisadores chegam a afirmar que circulam em nossa casa mental cerca de 95.000 idéias ao dia, das quais 85.000 são repetitivas, doentias, monotemáticas.
Para que o verbo se faça construtivo, é necessário o exercício da faxina mental, para que da mente possamos exteriorizar aquilo que não nos escravize negativamente.
O exercício do silêncio interior, do isolar-se alguns instantes diariamente do mundo para se encontrar consigo mesmo é fundamental.
Ao mergulharmos no silêncio de nossa casa mental, vamos conhecendo e entendendo qual o mundo íntimo que carregamos e que, muitas das vezes, ainda se mostra totalmente desconhecido para nós mesmos.
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Vigiemos nossas palavras, para que elas sejam úteis, proveitosas e edificantes. Evitemos o comentário maldoso, o julgamento precipitado ou a acusação indevida.
Ainda, preservemos o nosso falar das expressões chulas, das comparações grotescas ou das piadas vulgares. O clima emocional e psíquico, com o qual nos envolvemos, é fruto do que pensamos e do que falamos.
Se a mente ainda traz dificuldades, se os pensamentos infelizes ainda tomam nossa casa mental, muitas vezes nos perturbando, façamos o silêncio interior, deixando que lentamente aqueles pensamentos cedam espaço para outros, mais nobres e enriquecedores.
Cultivemos o verbo elegante, a palavra de consolo, os temas edificantes para que nossa boca não seja quem nos condene, fazendo-nos escravos daquilo que, de forma invigilante, expressamos com a palavra não refletida.
Divaldo Pereira Franco, no Encontro fraterno,
na praia de Guarajuba, Bahia, em data de 05.09.09.
Em 03.12.2009.


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Mensagem enviada pela poetisa Márcia de araújo.
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