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HOJE ALGUMAS FRASES ME DEFINEM: Clarice Lispector "Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda. E diz: "Era só um conto de fadas"... Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida." Antoine de Saint-Exupéry. Contando Histórias e restaurando Almas."Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Vocabário Feminino

Leila Ferreira

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Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.



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sábado, 12 de março de 2011

56H MMN - Pra Vencer Certas Pessoas

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Uma vez um vaqueiro por nome de Pedro se empregou num convento de irmãos. De tanto lidar com os frades, Pedro foi ficando muito amigo deles.
De todos os irmãos, Pedro gostava mais era de frei Damião, o mais sábio de quantos sábios havia no convento.
Frei Damião sabia da chuva e sabia do sol.
Sabia das colheitas e das semeaduras.
Sabia de histórias de reis e de rainhas, de cavaleiros e damas, de castelos e de dragões. Frei Damião sabia de tudo!
A fama do frade acabou chegando no palácio do rei.
E o rei ficou curioso para conhecer frei Damião.
E mandou chamá-lo, porque queria lhe fazer três perguntas.
Os reis, antigamente, parece que não tinham nada para fazer.
Então eles gostavam muito dessas histórias de fazer perguntas pra ver se as pessoas sabiam as respostas. Perguntavam umas perguntas muito sem jeito, que ninguém entendia direito. E se as pobres vítimas não sabiam responder, tome castigo!
Frei Damião foi se preparando para ir falar com o rei.
Mas Pedro estava com muito medo:
- Frei Damião – ele disse – o senhor não devia de ir, não. Eu sou um roceiro, muito do ignorante, mas eu conheço esses reis. Eles querem perguntar umas bobagens pro senhor. E se o senhor não responder do jeitinho que eles gostam, o senhor está perdido!
- Que é isso, meu filho? – o frei espantou-se. - Eu só posso responder ao rei as coisas que eu sei. E quem diz a verdade não merece castigo! Todo mundo sabe!
- Todo mundo, menos o rei! Essa gente poderosa não quer ouvir a verdade, não! O que eles querem é uma mentirinha bonitinha, engraçadinha, que agrade a eles. Sabe de uma coisa, frei? Eu é que vou no seu lugar! O rei não conhece o senhor. Ninguém na corte conhece o senhor. Eu me disfarço de frade e vou. Garanto que vou saber as respostas que o rei quer.
Frei Damião não permitiu de jeito nenhum que Pedro fosse. Mas, de madrugada, Pedro saiu bem de mansinho, sem que ninguém visse, e foi para a corte vestido de frade.
O rei recebeu Pedro muito bem e nem desconfiou de nada:
- Muito bem, frei Damião, está pronto para responder às minhas perguntas?
Pedro fez que sim com a cabeça.
Então o rei começou:
- Está vendo aquele morro, detrás do meu palácio?
Pedro olhou pela janela e viu.
- Pois me diga, meu bom frade, quantos cestos são precisos para carregar toda aquela terra para o outro lado do palácio?
Pedro fingiu que estava pensando, mas por dentro ele estava era rindo:
- Depende, Majestade!
- Depende de quê, frei Damião?
- Pois depende do tamanho do cesto, Majestade. Se o cesto for do tamanho do morro, basta um. Se for a metade do morro, é preciso dois.
O rei ficou embasbacado. Nunca ninguém tinha conseguido responder àquela pergunta. Mas ele não podia responder que estava errado. Então pensou, e tornou a perguntar:
- Pois me diga lá, meu bom irmão, onde é que fica o centro do universo?
Pedro sabia muito bem que ninguém tinha idéia de que tamanho era o universo, quanto mais onde era o centro...
Mas ele sabia, também, que os reis são muito convencidos e acham que são a coisa mais importante do mundo.
Então Pedro, muito sem-vergonha, respondeu:
- Ora, meu rei, essa pergunta é fácil! Todo mundo sabe que o centro do universo é onde está sua Majestade...
O rei ficou todo prosa pela resposta de Pedro e começou a achar que aquele fradinho era muito sabido, mesmo. E ele veio com a pergunta mais difícil de todas:
- Vamos lá, me responda, frei Damião, o que é que eu estou pensando?
No que o rei perguntou, Pedro coçou a cabeça, olhou de lado pro rei e mandou:
- Vossa Majestade está pensando que eu sou o frei Damião, mas sou é o vaqueiro dele.
Foi uma risada só. Todos na corte acharam tanta graça que o rei não teve outro remédio senão rir também.
E deu a Pedro uma porção de presentes e mandou que ele fosse em paz.
Quando Pedro chegou ao convento, encontrou todo mundo muito preocupado.
Frei Damião já estava se preparando para ir atrás dele.
- Que é que houve, homem? Eu já estava ficando assustado com a sua demora.
Pedro sorriu, passou a mão na sua violinha e começou a cantar:
“Quem possui muito poder
Abusa de toda gente.
Por isso, a gente que é fraco,
Tem de ser inteligente...
Não adianta ter razão,
Não adianta estar certo.
Pra vencer certas pessoas
É preciso ser esperto!”

Apenas Um Conto Sobre a Amizade

Um dia, numa bela manhã de sol... Um sábio é procurado por seu
aprendiz interessado, que lhe pergunta:
- Mestre, qual o significado da amizade?
O mestre lhe aponta três árvores visíveis de onde se encontravam e, responde:
- Observe estas três árvores. São diferentes: numa há flores bonitas
e perfumadas; noutra, notamos frutos que chegam a dobrar seus galhos;
e na última há somente folhas misturadas num variegar de cores.
Subiram então em um penhasco de onde podiam ter uma visão panorâmica
e, o mestre perguntou ao seu aprendiz:
- O que vê você aqui de cima?
- Vejo apenas que essas árvores cresceram próximas e independentes,
porém suas copas se fundem, produzindo uma única sombra, respondeu o
aprendiz.
O mestre concluiu, então:
- Esse é o verdadeiro significado da amizade: diferenças que crescem
juntas, mas que quanto maiores mais próximas ficam, produzindo na
força da união uma única “sombra”, um único abrigo, um pomar de
refazimento de forças e um refrigério para os olhos, para a alma e
para o coração.
Os amigos são como árvores diferentes, mas que crescem próximas;
quanto mais crescem, mais se unem, refletindo uma única força, uma
nova descoberta a cada encontro; é como a sombra que se dilata quando
as copas das árvores se aproximam.

DESEJO UM DIA REPLETO DE AMIGOS!
Dedico esta postagem as minhas doces:
Erica Rodrigues, Perpetua Pettinati (Vó Perpetua), Patrícia Penha (Paty Penha).
Sem vocês com certeza o meu universo seria mais pobre. Que Deus sempre abençõe a cada dia de vida de vocês, oro sempre pela nossa união, e agradeço a Deus pelo nosso encontro, com amor fraterno - Nice Baêta.

* * *

sexta-feira, 11 de março de 2011

Nasrudin e o Impertinente

Imagem retirada do Google
Estava Nasrudin deitado debaixo de uma figueira, com os pés na água fresca do lago quando um conhecido vendo aquilo e achando se tratar de uma vagabundagem sem tamanho se aproximou e disse:
- Ora, Nasrudim, todos ocupados indo e vindo e você, o que está fazendo aí?
- Meu amigo, estou me esforçando muito para me imaginar deitado à sombra de um árvore, na beira de um lago, descansando.
- Como assim, Nasrudin, isso é exatamente o que você está fazendo!
- Ora, veja só! Funcionou tão bem! Agora me basta imaginar você indo embora daqui para ficar ainda melhor.
Imagem retirada do Google
História enviada pela querida Denise Tiseu.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vou-me Embora pra Pasárgada

Imagem Retirada do Google


Vou-me Embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.


* * *

A Arte de Contar Histórias

Deniseu Tiseu - Contadora de Histórias

Deniseu Tiseu respondeu algumas perguntas sobre o concurso de contadores de história promivido pela Biblioteca Pública Infanto Juvenil de Belo Horizonte. A entrevista foi publicada inicialmente no site Aletria.com.br, veículo de divulação do Instituto Cultural Aletria, que atua nas áreas editorial e formação de contadores de história.
Aletria: Qual a importância deste concurso para a arte de ler e contar histórias de BH?
Denise Tiseu: A oportunidade de divulgar e o reconhecimento do nosso trabalho. Batalhamos tanto por um espaço, uma oportunidade de levar a palavra, a magia seja ela lida ou contada para as pessoas. A maioria, senão quase todos nós realiza trabalhos voluntários com todas as idades, classes sociais, junto a mendigos, creches, asilos, hospitais .O nosso pagamento é o olhar, o sorriso ou a emoção daquelas pessoas. Com o concurso divulgamos vários autores, novos estilos de narrativa e cada um dos leitores ou contadores com o seu estilo próprio e sua paixão pela literatura sejam contos literários ou da oralidade.
Aletria: Como se deu a escolha da história que você selecionou para ler?
Denise Tiseu: Sou uma pesquisadora voraz. Li e reli dezenas de livros para escolher a leitura para a classificação até me decidir. Quando saiu o resultado e soube que teria dois dias para apresentar o título do livro a ser lido para a final ,reli em tempo recorde vários contos, mas uma história sempre me chamava e atraía: o livro “Contos de Adivinhação"de Ricardo Azevedo com a história " O rei que não sabia ser feliz" da ed. Ática.
Era um desafio e eu adoro desafios: um conto longo, literário, com adivinhação e ainda pensei
- “Nossa! O juri vai ser composto também por crianças, será que vou seduzi-las?” - resolvi correr o risco.
Aletria: O que significou para você participar deste concurso conquistando uma das três principais colocações?
Denise Tiseu: Um prazer: adoro ler para as pessoas!
Uma surpresa estar entre as três primeiras porque os concorrentes eram muito fortes.
Textos e leituras ótimas. Fora o carinho do meu marido, as amigas e os comentários carinhosos ao pé do ouvido, seguido de abraços. Sinceramente? Sei que posso parecer pretensiosa, mas em nenhum momento eu me preocupei com o prêmio em dinheiro.
Claro que com a classificação com certeza, porque é a verdadeira premiação e o reconhecimento de tantos cursos, leituras e dedicação na arte de levar a palavra.
Aletria: Para você o que representa ler ou narrar uma história?
Denise Tiseu: Ah! Ler e narrar para mim é um prazer com muito amor. Adoro ler para as pessoas, saio lendo ou contando histórias pela casa para Cenir (minha secretária do lar) e ela ouve atentamente, ri, fica pensativa e logo dá a sua opinião:
- “Essa história é boa. Essa eu não gostei não.
”O meu marido Josué é o meu melhor ouvinte. Sempre me ajuda a escolher e memorizar as histórias depois de lidas ou contadas. Sou muito grata a ele, sempre paciente e o meu maior estimulador para ir em frente e nunca desistir.
Gostaria também de agradecer a Rosana, Beatriz e Sandra Bittencourt pelos ensinamentos e pelo constante estímulo.
Faço uso de taxi e freqüentemente leio para os taxistas ou conto histórias. Depois, pacientemente ouço as histórias de suas vidas ou da sua infância: quem sabe um dia tomo coragem e escrevo os relatos tão ricos e repletos de emoção?
Mais informações sobre o concurso de leitores e contadores de histórias:
Dias 6 e 7 de novembro 2010 ficarão marcados na memória de oito artistas: Maria Lúcia Miranda, Maria das Graças Ferreira, Denise Tiseu, Zenaide Correa, Solange Rodrigues, Adriana França, Rosilda Figueiredo e Solange de Oliveira Costa. Foram elas as ganhadoras do concurso "A Arte de ler e contar histórias" nas duas categorias: leitores e contadores de histórias.
No sábado, participaram os seguintes finalistas com as seguintes obras, na categoria leitores de histórias:
Ana Regina Smith: Da utilidade dos animais
Maria de Lourdes Viana (Tia Ude): Quem casa quer casa
Maria das Graças Caixeta (Graças Caixeta): Romeu e Julieta
José Racilan Filho: Severino faz chover e outras histórias
Zenaide Correa da Silva: Guilherme Augusto Araújo Fernandes
Maria das Graças Ferreira: Emengarda, a barata
Denise Vergínia Rodrigues Tiseu (Denise Tiseu): O rei que não sabia ser feliz
Lêda Machado Ambrósio: A pequena vendedora de fósforos
Maria Lúcia dos Santos Miranda: Quem vai ajudar o lobo mau?
Fernanda Carolina Ramardis Chaves: Rapunzel no alto da torre
Ao final das apresentações, uma votação popular decidiu que Maria das Graças Ferreira seria a vencedora. Já o resultado do júri foi o seguinte:
1° LUGAR: Maria Lúcia dos Santos Miranda
2° LUGAR: Zenaide Correa da Silva
3° LUGAR: Denise Tiseu.
No domingo, na categoria contadores de histórias, participaram:
Loyane Cristina Cafeeiro Monteiro: Marambaia
Érika Fernanda Corrêa: O Macaco e o cachorro do mato
José Luiz dos Reis Jr. : O Retrato de Dorian Gray
Dalton José Pinto: Não!
Solange Rodrigues de Brito: De Morte!
Silvana Palmeira de Souza: O Menino Nito
Maria das Graças Santana – A volta do pássaro encantado
Solange de Oliveira Costa – Até as Princesas soltam pum
Adriana França Corrêa – Dona Baratinha
Rosilda Figueiredo Magalhães – A Bruxa Berta
Ao final, Solange de Oliveira Costa foi escolhida pelo júri popular e o júri especializado decidiu pelo seguinte resultado:
1° LUGAR: Solange Rodrigues de Brito
2° LUGAR: Adriana França Corrêa
3° LUGAR: Rosilda Figueiredo Magalhães


http://www.jornalvireapagina.com.br/index/categoria.php?idcategoria=23

terça-feira, 8 de março de 2011

As Mulheres - Segundo Arnaldo Jabor


O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?
O sujeito quer ficar famoso pra quê?
O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo o que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vive e pensa em você o dia inteiro, a vida inteira. Se você,mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer coisa alguma na vida para impressionar a um outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher". O dito está envelhecido. Hoje eu diria que "na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem. É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua.
Só homens.
Já pensou?
Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.
ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS
GOSTAM TANTO DE MULHERES:
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5-Como são encantadoras quando comem.
6-Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8-Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9-Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- Como ficam lindas quando discutem.
11- O modo que têm de sempre encontrar a nossa mão.
12- O brilho nos olhos quando sorriem.
13- Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14- O jeito que têm de dizer "Não vamos brigar mais, não.."
15- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16- O modo de nos beijarem quando dizemos "eu te amo".
17- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19- O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21- O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu).
22- O jeitinho de dizerem "estou com saudades".
23- As saudades que sentimos delas.
24- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.
Isso não é uma corrente, apenas mande para todas as mulheres de sua lista para elas perceberem o quanto são importantes, e para os homens, para que eles lembrem o quanto vocês são essenciais!!!

Autor: Arnaldo Jabor
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