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HOJE ALGUMAS FRASES ME DEFINEM: "Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector "Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda. E diz: "Era só um conto de fadas"... Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida." Antoine de Saint-Exupéry. Contando Histórias e restaurando Almas."Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa

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domingo, 25 de novembro de 2012

Conte histórias para ser feliz!























Contar e ouvir nos deixa felizes!. Que delícia dois, três, dez dedos de prosa, ter alguém que nos ouça e também nos conte seu dia, uma história de amor ou um causo engraçado. Contar histórias é um ato espiritual e afetivo, por isso, as melhores histórias são as que contamos espontaneamente, a partir do que carregamos em nossa bagagem de cultura e de experiência de vida. 
Contar histórias pressupõe antes de tudo a vontade de falar do que se sabe, de doar sabedoria e conhecimento, de passar adiante aquilo que se aprendeu ou nos maravilhou. Partilhar. Mais simples ainda: contar histórias é aumentar o círculo. E, mesmo na falta de uma fogueira ou colo, tempo... podemos sim, contar lindos contos de nossas vidas aqui e agora, partilhando nossas histórias, lançando fios invisíveis que nos unem numa só rede. 
Contar histórias de outros tempos, de outros lugares, de heróis e princesas, bruxas e dragões é uma arte popular e natural. Uma aproximação excessivamente acadêmica e/ou sofisticada pode esvaziar o conteúdo emocional da narrativa. As histórias devem ser contadas por e com prazer, com muita liberdade. Se não, nem vale a pena começar. 
Ao narrar um conto maravilhoso, por exemplo, é muito mais importante ser capaz de levar o público a se identificar com as personagens, visualizar o cenário e sentir emoção do que ter um figurino e cenários exóticos e saber as palavras exatamente decoradas.
A sutileza é sempre preferível ao exagero: o Lobo Mau não precisa falar grosso para demonstrar sua ferocidade. O que podemos carregar do teatro é justamente a intenção que carrega um ritmo preciso, a fala clara e expressiva.
Para se tornar um grande contador é preciso ter paciência, coragem de experimentar e, por que não dizer, ousadia! Certamente se acertará e se errará muitas vezes ao longo de sua trajetória. Deixe o desejo de partilhar as maravilhosas histórias dos outros ou de nossas vidas fluírem. 
Se o “era vez...” forem palavras mágicas para seus ouvidos, você já é um verdadeiro contador de histórias.
Vera Lúcia Ravagnani 


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